Entre teorias e bytes


Abertas inscrições nas II Jornadas Internacionais de Jornalismo (em Portugês)

Posted in Agenda by fabiohp on the July 27, 2006

(Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal, 2 de Março de 2007)

Participei da I Jornada em o 2006. O problema foi a falta de tempo previsto para discussoes. Isso esvazia um pouco o sentido do congresso. Vale pela cidade do Porto.

Estão abertas as inscrições para participação, com e sem comunicação,
nas II Jornadas Internacionais de Jornalismo, organizadas pelo Centro de
Estudos da Comunicação da Universidade Fernando Pessoa e subordinadas ao tema
genérico “Porquê Estudar o Jornalismo?”.

As comunicações plenárias, que reflectirão o tema central das Jornadas, estarão a cargo de prestigiados professores e pesquisadores de diversas universidades portuguesas, europeias, brasileiras e norte-americanas, bem como de jornalistas de diferentes meios, esperando os organizadores contribuir, dessa forma, para uma discussão alargada sobre a pesquisa em jornalismo.

Serão admitidas, em paralelo, 16 (ou mais) comunicações de tema livre, desde que relacionadas com o jornalismo.

Todas as comunicações admitidas, entregues dentro do prazo e formatadas
de acordo com as normas constantes na chamada para trabalhos serão
publicadas em CD-ROM com ISBN.

A ficha de inscrição, informações sobre o programa do evento, chamada
para trabalhos (call for papers), normas para inclusão dos textos no CD de
actas das Jornadas, prazos e lista de inscritos encontram-se disponíveis
on-line em:
http://www.ufp.pt/events.php?intId=10046

É de salientar que a simples assistência às Jornadas é inteiramente
livre, mas não confere direito a documentação, CD de actas e certificado de
participação. Os participantes que desejem obter certificado de
participação e restante material têm de se inscrever formalmente no evento e pagar a
respectiva taxa, havendo preços especiais para estudantes de graduação
e pós-graduação, jornalistas, bolseiros e grupos.

Mais informações podem ser obtidas através do e-mail: j.p.sousa@mail.telepac.pt

Encontros sobre blogs em Portugal

Posted in Agenda by fabiohp on the May 2, 2006

Embora não os blogs não sejam objeto de pesquisa, achei que talvez fosse interessante divulga-lo.

3º Encontro Nacional sobre Weblogs – 1º Encontro Luso-Galaico sobre
Weblogs

Universidade do Porto, 13 e 14 de Outubro de 2006

2ª Chamada às Comunicações

O 3º Encontro Nacional sobre Weblogs e 1º Encontro Luso-Galaico sobre
Weblogs procura juntar investigadores, utilizadores e interessados em
weblogs em Portugal e na Galiza. Este encontro tem como principal
objectivo contribuir para a exploração deste tema e fomentar o
desenvolvimento de uma comunidade de reflexão e investigação
transdisciplinar nesta área.

Procuramos comunicações relativas a trabalhos de investigação ou
aplicações práticas sobre os seguintes tópicos:

Impacto social dos weblogs.
Weblogs como forma de comunicação.
Ferramentas sociais ou colaborativas no contexto dos weblogs.
Aplicações práticas de weblogs (ensino, organizações, investigação).
Weblogs em Portugal e na Galiza (estudos, inquéritos, casos práticos,
serviços).
Tecnologias e conceitos emergentes (RSS, Podcast, Vblogs, Web2.0 ).
Outros tópicos.

Todas as propostas serão avaliadas pela Comissão Científica com base
na originalidade, relevância, qualidade técnica, estilo e clareza de
apresentação. Após esta avaliação, será solicitado aos autores o envio
da versão final, revista de acordo com os comentários dos revisores,
para publicação nas actas da conferência.

As actas serão editadas em CD-ROM e disponibilizadas a todos os
participantes no encontro.

Todas as comunicações aceites serão publicadas numa edição especial da
revista online Prisma.com – http://prisma.cetac.up.pt/

Datas Importantes

Submissão de Resumos Alargados: 15 de Maio
Notificação aos Autores: 1 de Julho
Submissão da Comunicação Final e Inscrição: 1 de Setembro

Submissão

O resumo alargado deve ser enviado, seguindo as normas indicadas em
baixo, para o endereço 3encontro+resumo@icicom.up.pt até ao dia 15 de
Maio. Na mensagem deve ser indicado um endereço de correio electrónico
e/ou número de fax para comunicação com o autor.

Após a notificação, a comunicação final revista deve ser enviada para
o endereço 3encontro+final@icicom.up.pt até ao dia 1 de Setembro. Após
esta data e a inscrição dos autores, as comunicações aceites serão
incluídas no programa do encontro.

Durante o encontro, o apresentador terá um total de 20 minutos para
apresentação do trabalho mais 10 minutos para uma sessão de perguntas
e respostas.

Normas para o Envio de Comunicações

Os textos devem ser enviados em formato PDF (preferencial) ou RTF.
Os textos devem usar o modelo proposto, disponível em formato RTF e
PDF.
O resumo alargado deve ter entre 1000 a 2000 palavras, excluindo
títulos e autores.
A comunicação final não pode ultrapassar as 15 páginas A4. Textos que
ultrapassem este limite serão recusados.
A língua oficial do encontro é o Português, sendo também aceites
comunicações em Galego, Espanhol ou Inglês.

Mais informações em www.icicom.up.pt/3encontro

Mots. Les langages du politique – appel à communication (en Français)

Posted in Agenda by fabiohp on the April 3, 2006

‘Chrononymes’

publiable en 2008

La revue Mots et Les langages du politique entend publier en 2008 un dossier rassemblant des travaux portant sur la chrononymie. Il s’agit d’opérer une recension des travaux existants, et surtout de diffuser des travaux originaux sur le sujet.
Par chrononyme, nous entendons tout syntagme servant à désigner en propre une période de temps spécifique. Quelques exemples viennent rapidement à l’esprit : les Trente glorieuses, l'Entre-deux-guerres, les Sixties, l'Ère du Meiji, les Années de plomb, le Grand Siècle, la Belle Époque, les Années folles, l'Ère victorienne, le Siècle des Lumières, les Années noires, le Moyen Âge, l’Âge de pierre, la Renaissance, l’Occupation, la Guerre froide. Il s’agit donc d’appellations fonctionnant comme noms propres, et non de dénominations génériques. La création de ces syntagmes suppose deux processus : – le découpage du temps chronique en périodes, plus ou moins précisément et plus ou moins arbitrairement datées – l’installation d’un temps linguistique – en l’occurrence ici, un temps lexical – via leur dénomination. Si ces deux démarches sont indissociables, c’est bien la seconde – celle de la dénomination – qui sera ici privilégiée. C’est d’ailleurs elle qui souffre d’un déficit d’analyse, la première ayant été largement étudiée par l’historiographie. Compte tenu de la thématique de la revue, ce fait de langage qu’est la chrononymie doit être traité dans sa dimension politique, spécifiée ici par des référents conflictuels et des enjeux de domination et de légitimation. En dénommant, ces appellations peuvent suggérer une évaluation, une dénonciation, une étiologie, une anticipation… Elles sont bien plus qu’une dénomination arbitraire. Il convient donc d’interroger :

- les conditions sociales de la création de ces dénominations et de leur succès, ce qu’elles révèlent d’un point de vue tant cognitif que stratégique, leurs usages et les luttes dont elles sont l’enjeu

- leurs modes linguistiques d’élaboration et de fonctionnement en langue et en discours

- les appellations plus ou moins synonymes et plus ou moins concurrentes, leurs traductions dans des langues autres que la langue d’origine

- l’évolution tant de leurs dénotations que de leurs connotations, leurs éventuelles sorties d’usage On pourra s’interroger sur les différences ou similitudes des usages savants, officiels et courants ; sur les appellations inusitées et pourtant pensables (exemples : *l’ère De Gaulle, *les Nineties). Si l’on écarte du champ d’analyse les dénominations d’événements ponctuels dépourvus de durée, il pourra être utile de traiter des appellations d’époques semi-ouvertes (l’Après-11 Septembre, l’Après-guerre).

Modalités de soumission

Les contributions pourront prendre la forme d’articles (maximum 35 000 signes tout compris), de notes de recherche (maximum 10 000 signes tout compris) ou de notes de lecture sélective (maximum 10 000 signes tout compris).Les auteurs pourront soumettre aux trois coordonnateurs, avant le 1er septembre 2006, un avant-projet (3 000 signes maximum tout compris), dont l’acceptation vaudra encouragement mais non pas engagement de publication.Les contributions devront être proposées aux trois coordonnateurs avant le 1er janvier 2007. Conformément aux règles habituelles de la revue, elles seront examinées par les coordinateurs du dossier, puis le cas échéant soumises à l’évaluation doublement anonyme de trois lecteurs français et étrangers de différentes disciplines. Les réponses aux propositions de contributions seront données à leurs auteurs au plus tard en avril 2007.

Les références bibliographiques devront figurer en fin d’article et être mentionnées dans le corps du texte sous la forme : (Machin, 1983).

L’usage des caractères italiques sera réservé aux mots et expressions cités en tant que tels, et les guillemets aux énoncés dûment attribués à un auteur, ou à la glose d’un syntagme.

Coordination du dossier

Paul Bacot (Science politique) paul.bacot@univ-lyon2.fr

Laurent Douzou (Histoire moderne et contemporaine) laurent.douzou@ish-lyon.cnrs.fr

Marie-Anne Paveau (Sciences du langage) marie-anne.paveau@libertysurf.fr

Dois Concursos (em português)

Posted in Agenda by fabiohp on the March 30, 2006

UnB abre uma vaga para professor assistente

A faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília está com inscrições abertas para concurso público. A vaga disponível é de professor assistente.
O candidato deve ser portador do título de Mestre na área de Comunicação ou áreas afins, além de ter experiência profissional comprovada na área de Planejamento Gráfico.

A remuneração é de R$ 3.370,12. O período de inscrição vai de 20/03 a 07/04, na Secretaria do Departamento de Jornalismo da Faculdade de Comunicação (Campus Universitário de Darcy Ribeiro, Brasília-DF).
O edital completo encontra-se disponível no endereço eletrônico: http://www.unb.br/srh/editais_cp.htm.
Para outras informações o telefone de contato é (61) 307-1925/3307-3059.

Concurso para professor adjunto – UFRN

NÚMERO DE VAGAS  02 (DUAS)
ÁREA:  RADIALISMO

REQUISITO BÁSICO: Graduação em Radialismo ou Jornalismo; Doutoradoem Comunicão ou em Multimeios ou em Área Correlatas
REGIME DE TRABALHO: Dedicação Exclusiva
REMUNERAÇÃO: 5.100,29
TAXA DE INSCRIÇÃO: 128, 00
PERÍODO DE INSCRIÇÃO: 24 de março a 07 de abril de 2006, no horário de 7h30 às 11h30 e 13h30 às 17h30;
LOCAL DE INSCRIÇÃO: UFRN – CAMPUS UNIVERSITÁRIO –  Centro de Ciências Sociais, Letras e Artes – Departamento de Comunicação Social – AV. SALGADO FILHO S/N – NATAL-RN – CEP: 59078-900.
Telefones: (84) 3215-3560 / 3215-3561 / 3215-3562

As inscrições também poderão ser feitas por via postal expressa, desde que a postagem ocorra dentro do prazo estabelecido neste Edital.
O edital completo encontra-se disponível no endereço eletrônico:
http://www.prh.ufrn.br/Legislacao_2006/EDITAL002_2006.pdf

Chamada de Trabalhos / Call for papers / Appel à Communications – SBPJor 2006 (em português)

Posted in Agenda by fabiohp on the March 30, 2006

IV Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo – SBPJOR
Porto Alegre, 5 a 7 de novembro de 2006
Realização: PPGCOM/UFRGS
Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação
Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Chamada de Trabalhos

1. Os trabalhos poderão ser encaminhados na forma de comunicações individuais ou de comunicações coordenadas.

2. Comunicações individuais:
O autor deve encaminhar o texto completo, que deve conter entre 20 mil e 35 mil caracteres (com espaço). São obrigatórios os seguintes itens: título, resumo de até 10 linhas, 5 palavras-chave, resumo do currículo do autor em até 3 linhas (incluindo sua vinculação institucional). O texto deve ser redigido em fonte Times New Roman, corpo 12, espaço duplo. Citações recuadas devem ser redigidas em corpo 10, espaço simples.

3. Comunicações coordenadas:
As comunicações coordenadas poderão ser propostas por associados plenos (doutores) da SBPJOR, incluindo um mínimo de três e um máximo de seis trabalhos, com autores de no mínimo três diferentes instituições. O proponente deverá ser um dos autores. São obrigatórios os seguintes itens: título, ementa que sintetize e justifique a proposta da comunicação coordenada com 10 a 15 linhas, 5 palavras-chave. Todos os textos que compõem a comunicação coordenada deverão ser encaminhados completos, seguindo as mesmas regras estabelecidas para as comunicações individuais.

4. Prazo e forma de encaminhamento:
Os trabalhos serão recebidos de 1° de junho a 1° de julho de 2006, através do site www.sbpjor.org.br Não haverá prorrogação de prazo, assegurando assim tempo hábil para que os selecionados solicitem auxílio junto às agências de fomento.

5. Seleção:
As comunicações individuais que estiverem adequadas às regras estabelecidas no item 2 serão avaliadas em seu mérito científico por pelo menos dois pareceristas indicados pela diretora científica entre os associados plenos (doutores) da SBPJOR. Serão consideradas aprovadas as comunicações que receberem dois pareceres favoráveis. Casos de empate serão decididos por um terceiro parecerista ou, na falta de tempo hábil, pela diretora científica. Trabalhos que estiverem fora do tamanho e/ou não cumprirem os itens obrigatórios não serão submetidos a avaliação.

As comunicações coordenadas que estiverem adequadas às regras estabelecidas nos itens 2 e 3 serão avaliadas em seu mérito científico por pelo menos dois membros do Conselho Científico da SBPJOR. Serão aprovadas as comunicações coordenadas que receberem dois pareceres favoráveis. Casos de empate serão decididos por um terceiro membro do Conselho Científico ou, na falta de tempo hábil, pela diretora científica.

6. Critérios de avaliação:
O trabalho será avaliado sob os seguintes critérios gerais: pertinência ao campo da pesquisa em jornalismo, relevância científica, explicitação do problema ou objetivo, adequação e atualização da bibliografia, qualidade da reflexão teórica, explicitação e consistência da metodologia (quando pertinente), domínio da linguagem científica, adequação do título e das palavras-chave ao objeto de estudo.

7. Resultados:
Os resultados da avaliação serão comunicados aos autores das comunicações individuais e aos proponentes das comunicações coordenadas até 31 de julho de 2006. Os trabalhos serão aprovados ou recusados, não havendo aceite condicionado a reformulações.

8. Inclusão nos anais:
A inclusão dos trabalhos nos anais do congresso dependerá da inscrição dos autores até o dia 15 de setembro de 20.

Appel à Communication: Le journalisme en Democratie (en Français)

Posted in Agenda by fabiohp on the March 24, 2006

Université Paris 8-Saint-Denis.
Ecole doctorale « Pratiques et théories du sens »
Journée d'étude de l'équipe d'accueil du laboratoire « Théories politiques
et rapports sociaux ».

LE JOURNALISME EN DEMOCRATIE : UN CONTRE-POUVOIR IMAGINAIRE ?

Les discours critiques contemporains sur les médias assignent au
journalisme cette fonction spécifique : la participation à l’organisation
d’un débat public absolument libre, permettant l’_expression et la
confrontation de toutes les paroles. C’est à partir de cet a priori
normatif que ces discours critiquent les manquements supposés de cette
profession. Sur ce point, ces discours rejoignent une définition plus
consensuelle de sa fonction, qui est de contribuer au débat d’idées
démocratique. Difficile, en effet, d'imaginer une délibération publique
sans mise en scène.

Mais cette fonction du journalisme est fragile, facile à détourner. D’une
part, en tant que le journalisme permet une mise en scène du débat
public, il réduit nécessairement la diversité des discours tenus, pour
n’en sélectionner qu’un certain nombre, érigés « représentatifs ».
D’autre part, cette sélection a lieu dans un environnement institué, les
rédactions, qui sont soumises à un ensemble de contraintes pesant sur la
production et la sélection des discours.

Pour autant, nous supposons ici que la critique des pratiques
journalistiques en termes de domination n’épuise pas l’ensemble des
discours pertinents sur ces deux aspects du journalisme. En effet, les
mécanismes de domination sont en partie connus des journalistes
eux-mêmes. Contre eux, les professionnels de la presse développent des
jeux multiples : oppositions, résistances, ironie… Nous supposons ici
que la confrontation du journalisme au pouvoir est l'arène, le champ de
bataille où se développe l'imaginaire propre aux journalistes. Ce qui
nous amène à l'hypothèse que la confrontation au pouvoir joue un rôle
moteur de leur activité.

Cette journée d’étude, prévue dans le courant du mois de septembre 2006
(date à préciser), se propose donc de saisir les moyens développés par
les journalistes pour utiliser, amoindrir et subvertir les relations de
pouvoir dans lesquels ils sont pris, et dont la critique note à juste
titre l’existence. Un accueil favorable sera réservé à la présentation de
travaux de doctorant-e-s et post-doctorant-e-s portant sur les axes
suivants :

- L’étude historique des premières réflexions sur l’incompatibilité entre
la vocation démocratique du journalisme et son intégration dans des
réseaux de pouvoir.

- La genèse littéraire du journalisme politique, et les jeux multiples
entre imaginaire et pouvoir qui s’y déploient (caricatures, feuilletons,
pamphlet…).

- L’étude des pratiques journalistiques contemporaines, dans une
perspective sociologique, privilégiant les approches de terrain, centrée
sur les réactions des journalistes français aux modifications de
l’infrastructure de la presse (concentration capitalistique, apparition
des gratuits etc.).

- L’interaction entre le travail des journalistes et le renouvellement de
la prise de parole citoyenne (multiplication des blogs, fanzines etc.).

Les langues de travail seront le français et l'anglais. Les propositions
de contribution (3000 signes max. espaces compris, anglais ou français),
sont à envoyer avant le 15 mai à :

Samuel Hayat (samuel.hayat@club-internet.fr) et à Gaël Villeneuve
(villeneuve@iresco.fr).

Vaga para jornalista na ONU (em Português)

Posted in Agenda by fabiohp on the March 24, 2006

O Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC) para o Brasil e Cone Sul está selecionando profissional para atuar nas áreas de comunicação, mobilização social e "fund-raising" (captação de recursos).

O link http://www.unodc.org/brazil/vacancy_2006-03-15.html traz todas as informações relevantes sobre esse processo de seleção.

Os candidatos interessados devem enviar curriculum vitae e carta de apresentação, em inglês, para o e-mail unodc.brasil@unodc.org até o próximo dia 27 de março de 2006. Mensagens enviadas para outro e-mail ou escritas em outros idiomas não serão consideradas.

Intercom em Brasília

Posted in Agenda by fabiohp on the March 15, 2006

INTERCOM 2006
XXIX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação

Tema Central: Estado e Comunicação

Sede:  

Universidade de Brasília
Faculdade de Comunicação
ICC Norte, Bloco A
Campus Universitário Darcy Ribeiro
Brasília – DF
CEP 70910-900

Fones: (0055) (61) 3307-1925 e 3307-2461

Data: 6 a 9 de de setembro de 2006

Interessante pela diversidade de pesquisadores e pontos de vista. E a FAC/UnB não deixa a desejar em termos de organização.

La diversité de chercheurs, de différents laboratoires, que participent du Intercom, est toujours intéressante. Je peux encore garantir la compétence de la Faculté de Communication de  l’Université de Brasilia comme organisatrice du colloque.

It’s an interesting meeting where you can fin researchers from different universities. I can also recommend the competence of the Department of Communication of University of Brasilia to organize this event.

For further information:

http://www.intercom.org.br/congresso/2006/tema.shtml

Congresso em Bucarest

Posted in Agenda by fabiohp on the March 14, 2006

La discussion semble intéressante au moment qu’on peut produire une réseaux de chercheurs sur journalisme comme champ d’étude

Discussao interessante na medida em que permite construir uma rede de pesquisadores sobre o jornalismo como campo de estudos.

That’s an interesting discussion car it makes posible a researcher web about journalisme as a study camp.

Existe-t-il une science du journalisme sans frontières?

Colloque international, Bucarest (Roumanie), jeudi 6
- samedi 8 juillet 2006

Date limite pour les propositions : 1er avril 2006
Intentions :

Dans de nombreux pays, des chercheurs étudient les
journalistes : qui sont-ils ? comment sont-ils formés
et recrutés ? quels savoir faire mettent-ils en œuvre
? quelles sont les conceptions de leur(s) métier(s) ?
etc.. Il en résulte des enseignements théoriques et
pratiques, des rencontres (colloques, panels,
ateliers), des revues et sites scientifiques ou
professionnels, des ouvrages de recherche et de
vulgarisation, des associations savantes, etc. Pour
autant, peut-on en conclure qu’il existe une « science
du journalisme » sans frontières ?

On entend par cette expression une science (ou
communauté scientifique) qui serait unifiée (ou
convergente) autour d’un ensemble de techniques
d’investigation, de rapports à l’objet étudié,
d’outils conceptuels, de questions jugées pertinentes,
d’acquis incontestés et d’auteurs de référence, le
tout par-delà les frontières nationales,
disciplinaires et linguistiques. Sont concernées par
ce colloque les dimensions recherche et enseignement à
propos du journalisme, et notamment les connexions
entre les deux.

Plusieurs problèmes de méthode sont liés aux formes
d’existence différentes du journalisme selon les pays
(culture, histoire, stratification, droit, politique,
etc.). D’autres proviennent du cloisonnement des
disciplines académiques développant chacune un point
de vue séparé : communication, histoire, sociologie,
économie, droit, sémiologie, cultural studies, science
politique, gender studies, etc.. D’autres sont dus à
un phénomène de domination culturelle des pays
anglo-saxons ou à un isolement (relatif, évolutif,
variable) de certains pays ou aires linguistiques. Les
formes d’institutionnalisation du « journalisme » dans
chaque société ne sont pas non plus identiques.

Au-delà, la thématique générale ne doit pas être
oubliée : existe-t-il une science du journalisme (ou
Journalism Studies) sans frontières ?

Axes de réflexion :

1/ Terminologie. L’une des questions cruciales de ce
colloque consiste à se demander si les savants parlent
de la même chose quand ils emploient le vocable «
journalisme » (journalism, giornalismo, etc.) .
Autrement dit, le fait d’utiliser le même mot
sous-entend-il une réalité identique dans différents
pays et continents ? Si elle n’est pas exactement
identique, est-elle au moins comparable ? Est-il
pertinent de parler de journalisme sans frontières
dans la mesure où les milieux professionnels diffèrent
d’un pays à l’autre : droit et déontologie, formation
et sélection, organisation et régulation internes,
relations avec les autres champs sociaux (politique
notamment) ? Quels sont les autres termes utilisés
pour désigner les journalistes (periodista, newsman,
reporter…) ? Tous ces mots opèrent-ils une distinction
entre la « profession » et les métiers exercés par les
journalistes ? etc.

2/ Comparatisme. Quel est l’usage de la comparaison
par les chercheurs à propos des journalistes ? Comment
comparer en tenant compte des différentes formes de
construction symbolique du journalisme ? Quels usages
les savants font-ils des découvertes effectuées dans
une étude de cas ? Est-il opportun d’établir un
glossaire universel des outils conceptuels élaborés
par les chercheurs en précisant leur niveau d’acuité,
de transposabilité et d’actualité (« gatekeeper », par
exemple) ? Peut-on parler d’emblée de « profession »
quand on sait la polysémie et complexité de cette
notion ? Etc. Autrement dit, il s’agit de rendre
possible un comparatisme raisonné en évitant les
dangers inhérents à cette méthode (juxtaposition de
monographies, ethnocentrisme, évolutionnisme, oubli de
la diffusion des modèles, etc.).

3/ Journalism Studies ? Comment s’organise une
éventuelle « science du journalisme » dans les
différents pays et continents : discipline autonome ou
éclatement pluridisciplinaire ? Quels débouchés en
termes de publication et de reconnaissance publique ?
Les savants conçoivent-ils leur travail comme une
science autonome ou une science pratique ? Quels sont
les statuts des écoles spécialisées ? Les Journalism
Studies sont-elles connectées à la formation scolaire
des journalistes ou séparées ? Doivent-elles être
dedans ou hors du milieu journalistique ? Quels sont
les postures et les rapports à l’objet les plus
féconds heuristiquement ? Une « science du journalisme
» doit-elle se limiter à la sociologie ou inclure
d’autres angles disciplinaires ? Une « science du
journalisme » est-elle un luxe que seuls les pays
riches peuvent se payer ? Quels sont les enjeux de la
formation des journalistes dans les pays où une vie
politique pluraliste est récente, en gestation ou
étouffée ? Etc.

4/ Rapports à l’objet. Enfin, les chercheurs, en
avalisant la définition instituée du journalisme ou en
tentant d’agir sur sa régulation interne,
concourent-ils eux-mêmes à créer le groupe
professionnel qu’ils étudient (hypothèse d’unification
symbolique) ? Les savants participent-ils, par
exemple, à l’élaboration d’une mythologie
professionnalisante ou aux instances de régulation du
milieu professionnel ? Quels sont les effets de la
frustration des savants qui essaient vainement de voir
leurs travaux reconnus et promus par les gens de
médias eux-mêmes ? Les chercheurs ont-ils, dans leur
parcours sociobiographique, connu une expérience de
journaliste ? Quels effets ces expériences ont-elles
sur leur rapport à l’objet journalisme ? Etc.

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